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As tintas flexográficas e seus desafios diante das atuais exigências do mercado

As tintas flexográficas e seus desafios diante das atuais exigências do mercado

As tintas para impressão flexográfica evoluíram de forma extraordinária como nunca visto nos últimos 40 anos desde que o processo vislumbrou seu espaço promissor na era do plástico – anos 70 em diante, no Brasil. Chegaram à padronização, consistência de cores, uniformidade, aderência ótima, alta performance em todos os segmentos, sem falar das tintas produzidas com nanotecnologia. Poderia até dizer que chegaram ao topo da excelência.

Mas, não. Agora têm outros desafios – e grandes. Os “brand owners” (proprietários das marcas de embalagens, rótulos, etiquetas, bilhetes, tags, sacaria, sacolas) precisam que as cores de suas marcas tenham consistência em todas as suas embalagens, em todos os tipos de substratos e processos de impressão, que mantenham um padrão global e possam ser reconhecidas nas prateleiras. Eles também querem embalagens que aumentem o “shelf life” (vida de prateleira) de seus produtos, que tenham sustentabilidade, maior produtividade.

Esses novos desafios, mudanças, exigências impostas pelos novos hábitos de vida do consumidor são percebidas no dia a dia pelos fabricantes de tintas, tanto por aqueles que têm atuação mundial como os que atuam apenas localmente. Um caso de quem atua globalmente é o da Toyo Ink Brasil, que abriu sua fábrica no país em maio do ano passado.

“O mercado nacional está cada vez mais exigente, seja na busca de efeitos nas cores para diferenciação da embalagem no ponto de venda, seja também em maiores resistências químicas e físicas que novos tipos de embalagens demandam. Um bom exemplo são as embalagens ‘retort, uma realidade na Ásia e Europa que está entrando no Brasil. Esse tipo de embalagem precisa resistir a uma temperatura de 135 graus Celsius, por 20 minutos em autoclave, após o acondicionamento do produto, a fim de garantir o aumento do seu ‘shelf life’”, exemplifica Sérgio Pera, Diretor Geral da Toyo Ink Brasil.

Reportagem na íntegra na Inforflexo Nº 135 – Março/Abril de 2015.

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