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Cura UV com lâmpadas de LED é hoje a inovação dentro do universo de cura por radiação ultravioleta

Cura UV com lâmpadas de LED é hoje a inovação dentro do universo de cura por radiação ultravioleta

Em um cenário de aumentos constantes do custo da energia elétrica e pressão por processos industriais mais enxutos e mais eficientes, exigência da sociedade por redução dos recursos atuais e por descoberta de novas fontes energéticas, uma nova tecnologia de cura por radiação ultravioleta (UV) para secagem de tintas gráficas surge como uma solução bem mais perto da realidade do que imaginamos. Trata-se da tecnologia de cura por radiação ultravioleta com as lâmpadas de LED (Light Emitting Diode: Diodo Emissor de Luz). As lâmpadas de LED foram inventadas no início da década de 1960, no Texas, EUA, e de lá para cá revolucionaram a indústria de iluminação, sendo hoje amplamente difundidas: são fontes de energia altamente confiáveis, consistentes e estáveis, econômicas energeticamente, são aplicadas em diversos setores das indústrias em geral e têm como um de seus principais atributos a vida útil de longa duração, entre muitos outros benefícios expressivos nos dias atuais.

Para dar uma ideia, quando comparadas às lâmpadas utilizadas pelos processos convencionais de cura UV que, são em maioria as lâmpadas a arco voltaico (de mercúrio ou gálio), as de LED apresentam vida útil de 20.000 horas (contra 500 a 2.000 horas das lâmpadas de mercúrio ou gálio), possuem alto impacto ambiental positivo, uma vez que são livres de metais pesados (o mercúrio e o gálio) e da geração de ozônio durante o seu funcionamento, economizam 50% de energia para fazer o mesmo trabalho que as de arco, não requerem manutenções constantes, geram calor a temperatura de 60oC (contra 350 oC nas convencionais), conforme dados da RadTech South America (Fundada como Associação Técnica Brasileira de Cura por Radiação, a partir de 2006 formou acordo operacional com a RadTech International North America). Ainda segundo a entidade, o mercado todo de cura por radiação UV no Brasil faturou em no ano passado US$ 62,2MM (base matéria prima) e está dividido por estes segmentos: artes gráficas e ink jets (15%), madeira (50%), verniz OPV (25%) e outros (10%).

“A cura UV com lâmpadas de LED é hoje a inovação dentro do universo de cura por radiação ultravioleta. O LED, sem dúvida alguma, tem um caminho gigante a trilhar pela frente. Ele vem sendo introduzido e as questões de economia vão cada vez mais facilitar para a entrada dele nessa indústria, porque ele traz uma economia gigantesca a médio e longo prazo, tanto para quem tem o sistema de secagem por evaporação de solvente quanto para quem tem a secagem por radiação UV. Se o empresário converter suas impressoras para o UV convencional ele já ganha muito, mas se converter direto para o LED, seu ganho será muito maior”, explicou Roberto Caforio, Gerente Operacional da RadTech South America, no Seminário de Cura por Radiação UV na Indústria Gráfica, realizado de 9 a 10 de setembro em parceria com a Escola SENAI Theobaldo De Nigris.

Os LEDs chegaram ao mercado de cura por radiação ultravioleta em 2002, inovação patenteada pela norte-americana de Oregon, a Phoseon Technology, que foi pioneira no uso de LEDs para cura UV, tanto em aplicações comerciais quanto industriais, oferecendo tecnologia de cura de alto desempenho para fabricantes de equipamentos que fornecem energia UV máxima, desempenho superior e alta confiabilidade para aplicações exigentes, como os de selagem (eletrônicos, médicos, ópticos), revestimentos (madeira, vinil, automotivo), impressão gráfica (digital ink jet, flexografia banda estreita, serigrafia e offset). A Phoseon sempre trabalhou focada e exclusivamente na cura UV LED, desde a sua fundação.

“O processo de cura ultravioleta para impressão já é bastante conhecido, eficiente, rápido, seriado, amplamente adotado pelo mercado brasileiro. No entanto, apesar de apresentar vários benefícios, ser mais ecologicamente correto e mais eficiente do que a secagem tradicional (por evaporação), ela tem alguns problemas, entre eles, o elevado consumo de energia, a presença de metais pesados nas lâmpadas de arco voltaico, como o mercúrio e o gálio, temperatura elevada – a peça a ser curada vai acumulando calor à medida em que ela vai passando por diversos túneis de secagem, chegando ao final da linha com temperaturas muito elevadas”.

Veja a matéria na integra na Inforflexo Nº 139 (Nov/Dez de 2015) e muitas outras notícias, confira:

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